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Histórico da Imigração Portuguesa

Portugueses no Brasil

  

Os registros da imigração portuguesa apareceram no século XVIII e se tornaram mais regulares a partir do século XIX. Devido aos inúmeros estudos sobre o tema, hoje já se pode contar com estimativas mais confiáveis sobre o número de imigrantes que vieram para o Brasil desde o século XVI. Nos primeiros dois séculos de colonização, vieram para o Brasil cerca de 100 mil portugueses, uma média anual de 500 imigrantes. No século seguinte, esse número aumentou: foram registrados 600 mil e uma média anual de 10 mil imigrantes portugueses. O ápice do fluxo migratório ocorreu na primeira metade do século XX, entre 1901 e 1930: a média anual ultrapassou a barreira dos 25 mil. .

Origem

  

A origem socioeconômica do português imigrante é muito diversificada: de uma próspera elite nos primeiros séculos de colonização, passou-se a um fluxo crescente de imigrantes pobres a partir da segunda metade do século XIX. Estes últimos foram alvo de um anedotário pouco condizente com a rica herança cultural que nos deixou o português.

Primeiro declínio

  

Na década de 1930, aparecem os primeiros sinais de declínio do secular fluxo migratório lusitano para o Brasil. Entretanto, em fins da década de 1960 e início da de 1970, registrou-se a retomada dos movimentos migratórios: a comunidade lusitana local cresceu de 247 mil indivíduos para 410 mil. As revoltas das colônias portuguesas na África, os conflitos políticos internos a Portugal e, no Brasil, as expectativas de trabalho abertas pelo "milagre econômico" explicam o aumento do fluxo de imigrantes no período. Mas esses imigrantes não criaram raízes. O total de retornados esteve em torno de 90%, enquanto que no século XIX, não ultrapassou os 30%.

A imigração na agenda governamental do Brasil e de Portugal

  

As atitudes do governo brasileiro frente à imigração variaram de época para época: - no século XIX, a imigração foi bem vista pelas autoridades brasileiras e, em alguns períodos, foram sancionadas leis nas quais a cidadania era concedida a todo europeu que a solicitasse. - no início do século XX, a chegada de imigrantes em massa é vista com desconfiança. Temia-se a ação política de anarquistas e comunistas, assim como suspeitava-se de que, através da emigração, os governantes europeus estivessem se livrando de delinquentes e criminosos. Em 1920, cresce o coro dos que veem na imigração uma ameaça à nacionalidade, o que levou, na década de 1930, à tentativa de suspendê-la temporariamente. 

Também Portugal, atribuindo aos fluxos de mão-de-obra para o exterior as razões do atraso português, tentou restringir a emigração, inclusive para o Brasil: aumentou o preço dos passaportes e desviou parte das correntes migratórias para as colônias africanas. Entretanto, essas medidas não tiveram sucesso, pois os anos posteriores às leis portuguesas são aqueles em que esse fenômeno conheceu seu apogeu. 

Fim do período migratório e imigração de retorno

  

Nos anos 1981-1991, surgiu um quadro inteiramente novo. A integração europeia reforçou os laços econômicos continentais portugueses, enquanto o declínio dos índices de fecundidade intensificou o processo de envelhecimento da população lusitana, diminuindo ainda mais os candidatos à emigração. No Brasil, por sua vez, começam a ser registradas importantes mudanças. O país, vítima da crise econômica, perde importância enquanto recebedor de imigrantes, passando a "produzir" emigrantes, cujo número, na década de 1990, alcança a casa de um milhão e quinhentos mil indivíduos.


FONTE: IBGE


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